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Subject: Caso 3 - O Rei Vindouro rss

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Caso 3: O Rei Vindouro
3 jogadores (Pedro, Osmar e eu)

Resultado: 16.5 pontos

O caso ocorreu no dia 19 de agosto de 1929, após a apresentação da peça "O Rei Retorna", onde vários da audiência começaram a surgir mortos durante a noite e pela manhã. Armitage crê que um ritual foi feito no palco, afetando principalmente as pessoas da primeira fileira, enquanto os demais tiveram, como sinal mais claro, uma enxaqueca. Armitage, assim, supõe que várias das mortes que pontilham o jornal matutino estejam todas conectadas por isso.

Spoiler (click to reveal)
No jornal os pontos de principal atenção foram:
- Francis Long, morto a facadas;
- Carolyn Merrill, suicídio por enforcamento;
- Uma resenha do Ambrose Checkley sobre a peça.

N9 - Teatro Manley. A peça foi cancelada. A empregada do teatro também nos avisa de sua suspeita acerca do bilheteiro - Samuel Avery - que agia de forma suspeita e conversara com o ator principal: um homem alto, de cabeça raspada. O Samuel não fora trabalhar naquele dia. Os atores da peça estáo hospedados na Harding House, contudo provavelmente estão fora, bebedindo

C11 - Vincent Sutton, no Hospital St. Mary. Falou da Carolyn Merrill, efetivamente um suicídio, que ligou para o namorado e deixou uma mensagem escrita na casa. Depois passou para o Francis Long, que morreu após sofrer um golpe na cabeça e 4 facadas no abdômen. Havia traços de farinha nas roupas do Francis, e duas unhas deles havia sido arrancadas. Ele foi morto diante da Arkham Trolley Company. Soubemos, também, do Julian Stratton, morto por atropelamento, e do Anthony Jackson, que escorregou quando numa passarela e foi atropelado por um trem. Finalmente, indicou-nos o Dr. Almarin Orin, que atende na West High Street, e pode ter boas informações sobre o Nocturn. Recebemos os Requerimentos 4 e 7.

U60 - Casa da Carolyn Merrill. Vimos a mensagem na parede, sobre Carcosa e o olho cego aberto. Notamos o número "Terceiro" adiante da mensagem. Avaliamos ter a ver como o terceiro ato da peça, quando o ritual chegou ao ápice. Falamos com Marc Gasquette, que pouco adicionou, exceto que a Carolyn o ligou para se despedir, avisando que Carcosa estava vindo.

D32 - Estação de Polícia. Falamos com Mickey Tull, sargento. Informou-nos sobre os quatro crimes, e suas melhores adições foram: que o Anthony Jackson grafitava na passarela sobre os trilhos; que o Julian Stratton parecia fugir de algo ou alguém que o perseguia; e que a Carolyn usava muito delineador nos olhos.

N38 - Estação de Trem. Vimos a mensagem pintada na passarela - envolvendo mãos e vozes usadas em oração na busca por respostas vinda de Hastur. Notamos que esta inicia com "Quarto".

U18 - Ambrose Checkley. Nada adicionou de valor.

D51 - Casa do Samuel Avery. Informa que entregou uma lista das pessoas na primeira fila durante a peça "O Rei Retorna", contra sua vontade, mas foi forçado pela truculência de um homem de cabeça raspada e bigode. Fez-nos a mesma lista: Francis Long, Edward Fiske, Abby Osgood, Carolyn Merrill, Anthony Jackson, Carlton Rich, Lauren Reid, Penelope Lairy, David Danforth, Julian Stratton.

N51 - Casa da Penelope Lairy (demos preferência para ele porque vimos que, no jornal do caso anterior, ela é citada, tendo recebido um ingresso num sorteio). Não estava em casa.

N62 - Casa da Lauren Reid. Ela não estava, mas a casa parecia ter sido revirada por alguém em busca de algo. Havia farinha no chão. Num livro de contatos achamos a irmã dela: E. Parker.

D54 - Casa da E. Parker. Não sabíamos se esta era a casa correta, pois há outra E. Parker vivendo em Uptown, mas decidimos ir na primeira da lista. Era a casa correta. Conversamos com Lauren Reid - ela pouco sabia, mas lembrava-se de uma mensagem: "Quinto - Dentro da noite final quando nove dentes projetarem-se alinhando-se na mandíbula da terra viva".

N65 - Casa do Edward Fiske. A mãe dele o internou no Sanatório de Arkham, após o Edward atacar seu irmão mais novo. Passou-nos o nome do enfermeiro Leon Curtis.

D1 - Sanatório de Arkham. Leon Curtis não estava de plantão e o Edward dormia, sedado. Leon estava comendo e iria, depois, fazer compras, antes de voltar ao trabalho. O servente do Sanatório nos ajudou, avisando que, se quiséssemos agradar o Leon deveríamos pagar a ele um café duplo com creme. Requerimento 2 obtido.

D2 - Fleetwood Diner. Foi nossa primeira aposta do local em que o Leon poderia estar comendo, pois é perto do Sanatório. Ele não estava ali, mas o William Coffin estava, e nos falou que o Nocturn é trabalho de uma gangue, possivelmente traficando pelo rio, vindo de Kingsport. Requerimento 7.

N15 - Harding House. O Sr. Harding nos levou aos quartos dos atores, que estavam uma bagunça. Aprendemos que o nome do chefe dos atores é Fincher, que os os atores possivelmente estão no Speakeasy. Obtivemos três nomes: S. Barnes, E. Klasnic e M. Gorsky. Nessa sujeira achamos o livreto "Rei em Amarelo". Lemos o livro - foi assustador.

N4 - Speakeasy. O barman fala que os 3 atores passaram a noite e o resto do dia ali, bebendo e aumentando a conta. O chefe deles apareceu pela manhã e marcou de encontrá-los depois, na residência dele. O barman supõe que ele trabalhe na Padaria Tartakowiski, devido à roupa coberta com farinha.

M46 - Padaria Tartanowiski. Ouvimos duas vozes discutindo, uma mais agressiva e outra mais passiva. A primeira reclamava da parte que fora perdida e que Carcosa não viria à Terra se o encantamento não estivesse completo. Depois, usando o Requerimento 4, descemos ao porão, onde achamos a 1a parte do encantamento, o descritivo com os atores e seus papéis (com o nome completo de todos) e uma porta com senha, com 6 rodas, cada uma com cinco letras:
1 - FWGHN
2 - PAXTC
3 - JMORS
4 - CEFTI
5 - GRCCU
6 - IRLVU

O Osmar matou logo a charada, acertando o nome HASTUR. Confirmei ao ver que isso correspondia à primeira letra dos versos numerados. Assim chegamos ao santuário interno do culto, onde o homem com cabeça raspada conversava com um ser, vestido em trapos e fiapos de imaginação, sentado num trono de madeira. Vimos ali o Hastur, e seremos todos assombrados pela visão pelo resto de nossas vidas. Saímos correndo.

Nisso tínhamos uma boa clareza sobre o ocorrido: algo dera errado (ainda não sabíamos o quê) na execução da peça e fragmentos do encantamento foram passados às pessoas na primeira fileira. O Thomas Fincher - o careca - passou a caçar essas pessoas, em busca dos versos do encantamento, para que o culto pudesse trazer Carcosa para a Terra. Como ainda tínhamos algumas dúvidas acercado dos acontecimentos e tínhamos algum tempo, prosseguimos.

U24 - Consultório do dr. Almarin Orin. Fala do envolvimento dos Randallsons, uma gangue que age a partir do estuário de Kingsport, no tráfico do Nocturn.

M42 - Bell Café. Estávamos à procura do enfermeiro Leon Curtis. Não o achamos aqui.

M44 - Cafeteria Church Street. Encontramos o Leon e usamos o Requerimento 2 para com que ele falasse conosco. Informou-nos sobre o Edward e deu-nos a segunda parte do encantamento, que fala sobre os fracos, os chatos, etc, que entregariam-se à escuridão. O Edward foi apertado por um homem de cabeça raspada que queria saber esse mesmo verso.

F65 - Abby Osgood. Sequer viu a peça, tendo passado o tempo bebendo gin, com um cavalheiro, no bar do teatro Manley.

L4 - Pasquale Fenton. Não sabia muito por si, mas indicou a leitura do Cultos Inominados, que esta na Biblioteca Orne. Requerimento 1 obtido.

C23 - Biblioteca Orne. Usando o Requerimento 1, lemos o Cultos Inominados e aprendemos sobre Carcosa e que a peça deriva de uma outra, mais antiga, francesa, chamada "Rei em Amarelo". O ritual tem por função deixar o encantamento, para conjurar Carcosa, na mente dos atores, mas algum erro transferiu essa informação à audiência.

Fomos ao Armitage e apresentamos nosso caso. Fizemos 23.5 pontos (meio ponto por uma informação que lemos, mas tivemos que procurar de novo no jornal), perdemos, daí 5 pontos por locais adicionais e 2 por sanidade. Marcamos, então, 16.5 pontos. Vitória!


Abs,
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