Tiago Perretto
Brazil
Curitiba
Parana
flag msg tools
Thinking about my next move.
badge
So, if my only options are these, then I shall...
Avatar
mbmbmbmbmb
Olá, pessoas!

Aproveitando a pausa do feriado, fomos à casa do Soar para uma noite de jogos. O pesadão da noite foi o Sid Meier's Civilization, com destaque total para a expansão Fame and Fortune. Assim havia na mesa:

Espanhóis (Jorge)
Árabes (Pedro)
Gregos (Soar)
Chineses (Leo)
- os únicos que são do jogo base
Indianos (eu)

A expansão traz novos monumentos, grandes personalidades específicas com habilidades diversas, maneiras de investir as moedas coletadas e algumas modificações no sistema de recompensas nos combates entre jogadores, além de algumas cidades especiais com certas capacidades que são ganhas pelo jogador que primeiro as alcançam com um exército.

De começo a habilidade dos espanhóis (ao revelar uma peça do mapa, ganhe uma construção básica) assustou e a boa fortuna dos gregos de saírem do lado das 3 cidades especiais, causou vários resmungos (meus, a maioria). Com os indianos eu não comecei muito bem, mas isso mudou um tanto quando consegui coletar recursos das tribos amigáveis e saquear as hostis, pois com a habilidade dos indianos (usar qualquer recurso como qualquer outro), eu consegui mantê-los apenas pouco atrás dos gregos nas tecnologias e acompanhar os chineses no aspecto cultural.

O espanhóis do Jorge continuaram firmes nas tecnologias, mantendo níveis altíssimos de produção, e foram as pedras no sapato dos gregos - pelo menos duas vezes causaram a perda dos pontos acumulados de tecnologia dos gregos, atrasando-os um tanto. Os gregos, depois de alcançarem rapidamente a combustão, expandiram-se na direção dos chineses, enquanto fortaleciam sua capital contra ataques. Como os chineses seguiam pelo caminho cultural, suas tropas eram bastante fracas e, não fosse a intervenção dos espanhóis, era praticamente certo um ataque grego contra a capital chinesa. Assim, bloqueados pelos espanhóis e sofrendo efeitos das cartas de cultura dos chineses, os gregos desistiram do ataque militar por aquele lado, e voltaram suas atenções para outra nação com exército patético: os árabes, que também investiam pesado em cultura.

Com o uso do Thomas Edison, consegui copiar a tecnologia de combustão dos gregos e, com isso, tornei-me uma noz difícil de quebrar, ainda mais por ter várias unidades no mapa e uma mão cheia de cartas, posto a metrópole dos indianos estar sendo servida por três minas de ferro, o que permitia números enormes em comércio. Assim, protegi um lado de minha metrópole contra os espanhóis e avancei para cima dos árabes. No entanto uma carta de cultura eliminou meus dois exércitos e eliminou minhas chances de vitória militar.

Isso porque, de repente, havia uma corrida louca na trilha da cultura, enquanto os espanhóis e os gregos desenvolviam tecnologias a todo vapor, ambos reforçados por investimentos que permitiam dispor de novas tecnologias sem custo (e, assim, era possível criar duas tecnologias numa mesma rodada - o recorde, por sinal, foi meu, que numa mesma rodada desenvolvi 3 tecnologias: uma pelo Thomas Edison, uma pela carta de cultura Conhecimento Dividido e uma pela maneira usual). Então, na penúltima rodada, os árabes deram um salto absurdo de quatro espaços na trilha da cultura, através do uso de grandes personalidades), e tanto os chineses quanto os indianos, andaram três espaços. Vi-me numa situação curiosa: eu podia ter vencido pelo caminho militar, disputei nas tecnologias e estava a dois espaços de vencer na cultura. Mas o mais importante é que eu estava um passo atrasado em qualquer um deles - o Soar e o Jorge terminariam a árvore tecnológica antes, o Pedro e o Leo terminariam a trilha da cultura antes.

De acordo com a ordem do turno, achei que o Leo venceria, frustrando o Pedro, mas novamente o uso de uma grande personalidade permitiu ao Pedro avançar na cultura antes da fase de comércio e de manejo das cidades. Assim, os árabes, liderados pelo Pedro Al-Chorão, venceram!

Minha avaliação da expansão não foi positiva - os poderes das grandes personalidades é enorme e a trilha da cultura ganha um atrativo excepcional. Claro que talvez isso tenha sido por causa de como jogamos - nenhum, eu repito, nenhum combate ocorreu entre os jogadores. O Jorge terminou com mais (muito mais, por sinal) cartas de unidades nas mãos do que havia de sobra nas pilhas. Os exércitos dos chineses e os árabes era frágil, mas dominar uma metrópole com muralhas é tarefa difícil de qualquer modo.

Em todo caso, não tenho como negar que houve emoção na disputa: todos os cinco jogadores chegariam em algum dos pontos de vitória na mesma rodada! Dois em tecnologias (Jorge e Soar) e três na cultura (Pedro, Leo e eu). Nenhum por militar, óbvio. E ninguém tentou uma vitória econômica, até porque os investimentos são bastante mais atrativos que manter moedinhas debaixo do colchão.

E foi isso!

Abs,
1 
 Thumb up
 tip
 Hide
  • [+] Dice rolls
Tiago Perretto
Brazil
Curitiba
Parana
flag msg tools
Thinking about my next move.
badge
So, if my only options are these, then I shall...
Avatar
mbmbmbmbmb
Algumas fotos do jogo (feitas pelo Soar):

Lá pelo meio da partida:


O Soar na boca para ganhar por tecnologias, mas...


... venceram os árabes por cultura.
 
 Thumb up
 tip
 Hide
  • [+] Dice rolls
Front Page | Welcome | Contact | Privacy Policy | Terms of Service | Advertise | Support BGG | Feeds RSS
Geekdo, BoardGameGeek, the Geekdo logo, and the BoardGameGeek logo are trademarks of BoardGameGeek, LLC.