Tiago Perretto
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Olá, pessoas!

Na sexta-feira (19/out) começamos a 5a missão de nossa campanha de Descent.

Fabiano - Overlord
Marcelo - Avric Albright
Pedro - Leoric do Livro
Cesar, substituído na sessão por Legolas - Grisban, o Sedento
Eu - Tomble Burrowell


Goblin Gordo - sessão I

Castelo Daerion - sessão II

O Sofrimento do Cardeal - sessão III

Interlúdio - A Cripta Sombria

A aventura escolhida foi O Tesouro do Monstro (The Monster's Hoard).


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Capítulo 6 - O Tesouro do Monstro - parte I

"Acho que sobrou uma pedra dentro da bota", Tomble reclamou.

Desde a Batalha da Cachoeira - nome como ficou conhecida em Arhynn a luta que ocorrera quando as forças do Senhor do Escuro, comandadas pelo Barão Zacareth, tentaram tomar a Runa Umbrosa, no que foi impedido pelos esforços dos heróis e pela chagada das tropas do Barão Greigory -, Tomble estava impossível. A vitória subiu-lhe à cabeça e ele não mais largava da Runa, indo com a mesma a todas as tavernas e hospedarias da cidade para contar, e depois recontar, a história da batalha, claro que sob a perspectiva dele, na qual havia uma notável diminuição do papel dos soldados de Greigory e um marcante aumento nas peripécias do próprio Tomble. De começo era para impressionar as mulheres e meretrizes, entretanto, depois, parecia que ele quase acreditava no que narrava.

Quando Grisban ouviu que ele, na história de Tomble, ficou a maior parte do tempo escondido, assustado demais para lutar, houve certos... problemas. Nada que não pudesse ser, depois, consertado com moedas e médicos. Tal incidente não diminuiu o progressivo inchaço do que, então, já era o lendário conflito. Se perguntassem, Avric diria que, em nenhum momento, ele vira demônios de cinco cabeças e onze rabos, que chicoteavam os oponentes com suas cinco línguas bifurcadas de fogo. Da mesma forma, Leoric afirmaria que não houve um portal para o Inferno abrindo para cuspir hostes de monstros. Porém, ninguém questionava - a história entretinha o suficiente e, as diferenças entre elas, que surgiam a cada noite, eram explicadas, quando Tomble o fazia, por testemunhos de outros coletados por ele, afinal ele estava ocupado demais vencendo praticamente sozinho a guerra e isso tendia a deixar qualquer um meio ocupado.

Assim, a sugestão de Frederick, que passara a viver em Arhynn depois da morte de seus companheiros de caravana, de que deveriam ir atrás de sua antiga arma, foi aceita com alegria por Avric. A esperança de Avric era de que, em viagem, Tomble teria menos para falar, afinal todos - menos Frederick - estavam na dita Batalha da Cachoeira, então os embelezamentos de Tomble não teriam efeito. Ademais, depois da briga na taverna, Grisban voltara a beber além da conta e inicio a versão dele da batalha, bem mais realista, porém menos atrativa e, quando alguém o desdizia, valendo-se daquilo que foi contado por Tomble, havia mais briga. Tirar a ambos da cidade seria benéfico, e a princípio assim foi.

Mas houve apenas um dia de abençoada quietude, pontilhado com pequenos conversas entre Leoric e Frederick acerca da arma - um arco mágico de grande poder, que estava nas mãos de um dos servos do Senhor do Escuro - e do passado deste como um Carcereiro das Sombras. Foi desse modo que souberam que Frederick tinha um tipo de conexão com o arco e podia senti-lo, como um farol que o guiava até ele. A partir desse primeiro dia Tomble mudou de tema: agora não cessava de falar sobre a Runa e as capacidades ímpares dela. Leoric suspirava, sabendo que parte da culpa era dele, ao ter ensinado os meios de ativar a magia da Runa, que era tanto uma arma ancestral quanto um grilhão para prender as forças das trevas - Tomble a usava para derrubar maçãs dos galhos e assustar gado.

Era ofensivo e só parou quando Avric, um homem paciente e lento para a fúria, disse que iria quebrar a mão e o braço de Tomble se ele usasse a Runa outra vez de maneira desnecessária. Grisban evitava o ladino, cavalgando cerca de 300 passos à frente do quarteto que vinha atrás. Estava humor azedo havia tempos, desde quando o grupo encontrou Traskin, um anão do clã da das montanhas de Carth que tivera o irmão, Garlin, morto pelos servos do Senhor do Escuro. Leoric sabia que não era o assassinato que mais incomodava o anão, eram os notícias de Traskin acerca do avanço das forças da escuridão que ameaçavam não somente o clã de Carth, mas tantos outros. Os subterrâneos, onde estavam as principais moradas dos anões, era também o local mais próximo de onde pululavam as criaturas do Senhor do Escuro. Grisban tinha pressa, mas não sabia para onde deveria avançar, assim mantinha o machado abaixado e ira escondida por seu temperamento irascível.

Dessa maneira o grupo viajou por dezesseis dias. O ataque ocorreu quando a estrada começava a subir na direção da parede sul da cordilheira Carth. Fazia dois dias que a presença dos espiões era conhecida pelo grupo, contudo isso era esperado - que eles tentariam a sorte numa emboscada foi uma surpresa. Era provável que fosse uma decisão de momento, ao verem que Grisban mantinha-se adiante dos demais e, naquele dia, com a proximidade das montanhas, ele se afastara para além de meia milha. Com um ataque rápido e feroz e eles poderiam ganhar o favor do Senhor do Escuro ao eliminarem um dos incômodos recentes de seu líder.

Entretanto eles não contaram que Grisban ia à frente por dois motivos: desejava estar nas montanhas e ele garantia a própria segurança. O golpe que deveria ser ligeiro tornou-se problemático quando o anão simplesmente recusava-se a ceder terreno ou ser derrubado. Nem o cavalo eles conseguiram matar, tendo este fugido assustado para dentro da mata do planalto. Os emboscadores viram que a situação fugira do controle quando o restante do grupo aproximava-se a galope. Com dois dos cinco atacantes feridos demais para correrem sem auxílio, todos retardaram-se e houve combate quando Leoric, Avric, Tomble e Frederick chegaram ao local. Agora sim a luta foi rápida e brutal. Leoric pediu para que um dos espiões fosse deixado vivo, mas Grisban o ignorou, canalizando a raiva que represava para seus pretensos assassinos.

Avric e Grisban estavam feridos, sem grande seriedade, e foram tratados por Leoric enquanto Tomble primeiro investigou os bolsos e bolsas dos espiões e, depois, foi atrás do cavalo fugitivo. Tomble voltou com 9 cavalos. Até Grisban teve de rir.

"Brotam cavalos na mata?", riu-se Frederick. "E já vem arreados!"

"Eram dos espiões", explicou Tomble, estavam pastando junto do cavalo do Grisban. "Trouxe todos porque achei que termos um par de cavalos descansados para cada um pode ser útil."

Avric sacudiu a cabeça. "Nas montanhas haverá pouca comida. A forragem e aveia que trouxemos mal dará para os cavalos que temos. Deixe-os aqui. Os levaremos em nosso retorno."

Tomble deu um olhar que dizia temer ladrões. "Da última vez fomos acompanhados e pegos de surpresa. Se estivermos sendo seguidos, perderemos os cavalos", retorquiu Tomble, com dificuldade de abandonar qualquer saque para trás.

"Então mate-os!", rosnou Grisban, que tinha pouco amor para com cavalos, ainda mais se fosse abandonado por um - já tinha selecionado outro que supunha ser mais corajoso. "Temos que ir e ir logo", avisou.

Os cavalos foram deixados, ainda vivos, na mata. Era agora Tomble que estava irritado, pois um bom animal, treinado para ser montado, poderia valer uma boa quantidade de moedas em Arhynn, quanto mais oito deles.

A subida foi perigosa, pois a estrada, outrora ampla, reduzira-se a um filete de cascalho e gelo fino. O tempo estava gelado e um chuvisco fino virava neve, que se não vinha em quantidade para acumular-se de maneira significativa, bloqueava a visão e era difícil enxergar a trilha. Foi mais rápido seguir a pé, trazendo os cavalos pelas rédeas, todavia também era o jeito mais cansativo. Frederick previra, quando saíram de Arhynn, que chegariam no local em dezoito dias, se o clima ajudasse. Alcançaram o platô em vinte e três dias, sete dos quais nas montanhas, o dobro do esperado e o suficiente para que tivessem de liberar dois cavalos ao destino, para que houvesse comida para os outros três.

No platô viram que a caverna era guardada por Meriods, monstros enormes munidos braços poderosos e tentáculos compridos que saiam da cabeça da criatura e agiam como outro par de braços, mas de maior alcance. Eram anfíbios, como sapos, e conseguiam andar na terra. Eles deviam habitar o lago de altitude alimentado por alguma fonte que não conseguiam ver. O platô era praticamente pantanoso, indicando que o lago deveria ser bastante maior, provavelmente ocupando quase todo o espaço do platô, mas suas águas escuras recuaram, deixando à mostra o terreno úmido e lodoso que havia escondido pela água. Na entrada da caverna haviam Barghests, aquelas bestas quadrúpedes deformadas, praticamente só pelos, ossos e dentes.

"Hum, era óbvio que haveria uma guarnição aqui", comentou Frederick, como que se desculpando por ter trazido os demais até ali.

"Será difícil andar por ali", disse Avric, "e isso me preocupa mais." O guerreiro espiritual coçou o queixo enquanto avaliava o espaço adiante. Torceu a boca, desgostoso com o que via. "Tomble, você consegue achar um caminho?"

O ladino passou a mão pelos cabelos, em dúvida. Havia pouca cobertura - alguns troncos apodrecidos e alguns pedregulhos cobertos de musgo. "Acho... acho que dá", falou, incerto.

"Você terá que levar o Frederick", Avric alertou.

"Ah", soltou Tomble. "Então será fácil. Estava com algum receio de ter de lutar para abrir caminho, mas tendo um boi de piranha fica bem mais fácil."

Avric não tinha certeza de que Tomble fizera uma troça. Ele sorria, mas fazia o mesmo enquanto roubava e mentia. "Grisban, você vai com Tomble e Frederick." O anão era a garantia de Avric.

"Mas... você quer que eu ande sobre a água carregando um e com uma pedra amarrada no pé?", Tomble reclamou. "Quer que eu leve sua bagagem também?"

Grisban jogou a mochila dele, que parecia cheia de pedras, no peito de Tomble. "Leva a minha que já me ajuda", disse. Tomble jogou a mochila no chão e se afastou resmungando.

"Leoric, você e eu iremos atrair os Meriods para ali", Avric apontou para um ponto mais elevado no platô. O local tinha alguma vegetação e, no passado, podia ter sido uma ilhota dentro do lago - agora era mais similar a um morro de terra preta e vegetação rala, torcida e espinhosa.

Assim o grupo se separou: Tomble, Grisban e Frederick foram por uma trilha que acompanhava a borda do lago, provavelmente o único acesso à caverna em tempos antigos, e que Tomble encontrou após uma breve busca, sabendo que deveria haver algo do tipo - mas a vereda fazia pouco para escondê-los, exceto por alguns pedregulhos encravados no platô; Avric, Leoric e o esqueleto animado pela magia de Leoric desceram pela encosta interna do lago esvaziado e logo foram avistados pelos Meriods que, da maneira bamboleante deles, vieram na direção do trio. O esqueleto foi o primeiro a se engajar em combate, pois era bem mais leve que os dois que iam com ele e, assim, praticamente ignorava as dificuldades do terreno pantanoso. Os golpes do esqueleto rasgaram a primeira das criaturas, mas a segunda o fez em pedaços. Avric meio andava e meio saltava na direção do morro, sentido a todo momento que a terra pegajosa restringia seus movimentos e ouvindo o ruído de sucção quando conseguia liberar um pé. Com o Cajado da Luz, Leoric atacou o segundo Meriod, ferindo-o, porém o monstro ainda vivia e abateu-se sobre o necromante, que resistiu devido ao poder curativo do Cajado.

Grisban tinha de se esforçar para acompanhar o passo de Tomble e mesmo o de Frederick, que ainda que não fosse mais um jovem, mantinha o vigor de outrora e era, talvez, o menos abatido pela dureza da viagem até ali. Tomble espiou por cima da borda rochosa e viu que a luta ocorria nas proximidades do morro, porém sem ser exatamente ali.

Os Barghests viram a luta e uivaram em resposta, contudo não se moveram para participar - ficaram, raivosos, andando de um lado ao outro em frente à entrada da caverna, como se desejassem envolverem-se na refrega, mas tinham esse instinto mantido sob controle de algum grilhão invisível. Isso foi decisivo para Leoric, que não conseguia tempo para conjurar novamente o esqueleto e Avric estava longe demais para auxiliá-lo. O guerreiro labutou para chegar ao monte, todavia o fez e, de lá, arremessou algumas pedras no Meriod, sem conseguir desviar a atenção dele. DEcidiu, então, retirar da bainha a espada extra que carregava e jogou-a como se ela fosse uma lança - o equilíbrio da arma estava longe de ser apto para a tarefa, entretanto a espada foi capaz do que as pedras não foram: o Meriod virou a cabeça parcialmente encoberta pelos dois tentáculos que saíam dela e encarou Avric. Leoric tentou um golpe com o Cajado, que falhou, resvalando na dura carapaça do monstro. O Meriod respondeu com um ataque furioso de suas garras e, como que tomado por alguma força maligna, entrou em frenesi, golpeando como um bicho acuad; Leoric não resistiu aos golpes e caiu na lama. O Meriod urrou e caiu também, para trás, causando o impacto que uma árvore grande causaria.

Avric deu um passo para iniciar uma corrida na direção de Leoric quando viu um par de Meriods emergindo das águas escuras e lodosas. As criaturas o viram e soltaram um guincho agudo antes de avançarem em seus passos oscilantes até o morro. O guerreiro puxou sua espada mágica, fez um breve pedido aos espíritos, e preparou-se. O alcance dos Meriods era maior que o de Avric, porém a vantagem do terreno elevado era do guerreiro e, conquanto não fosse cercado, o combate pendia para Avric.

Tomble chegou ao limite da trilha estreita, que terminava no patamar em frente à caverna, onde os Barghests mantinham guarda. O ladino fez sinal para Grisban, que maneou a cabeça em concordância. Armado com as energias que pulsavam da Runa Umbrosa, Tomble atacou os Barghests que, surpreendidos, ganiram e fugiram antes de, forçados pelo poder do Senhor do Escuro, deram meia-volta e retornaram aos saltos, rosnando e arreganhando os dentes.

"Grisban, ali, na entrada!", berrou Tomble. O anão correu até o lado da entrada e Tomble ficou ao seu lado, barrando o caminho dos Barghests e permitindo que Frederik pudesse entrar.

Grisban desferiu golpes terríveis com seu machado e a matilha só manteve a pressão do ataque devido ao furor da vontade negra do Senhor do Escuro. Tomble usava a Runa, mas ainda não a dominava e, às vezes, ela não respondia ao comando místico dado pelo ladino. Isso permitiu que um Barghest o derrubasse ao dar um salto em cima dele e a Runa serviu como escudo, recebendo a maior parte das dentadas da criatura. Uma machada de Grisban partiu o canídeo quase ao meio e livrou Tomble do perigo imediato.

Tomble não viu que, durante a luta no chão, perdera uma das botas para o lodo. Ele se levantou e começou a atirar as facas que trazia presas nas tiras de couro que cruzavam o peito dele. Num momento de respiro, Tomble chutou a Runa na direção de Frederick. "Sabe usar essa porcaria? Então usa!", disse Tomble. "E cadê minha bota?"

A luta seguia no morro dentro do lago e Avric teve vislumbres de que combate também ocorria diante da entrada da caverna. Ele tinha de ir, mas como passar pelos Meriods e ainda deixar Leoric? Não encontrava uma solução e os Meriods aos poucos o cercavam, pois Avric não tinha mais para onde subir. A resposta foi dada a Avric, no entanto, quando um Meriods urrou de dor. Avric viu o brilho de energia mágica e, de relance, notou que Leoric e o esqueleto animado por necromancia atacavam. O cerco agora era contra os Meriods e eles foram despachados, mas não antes de infligirem sérios ferimentos em Avric e destruírem novamente o esqueleto.

"Como você?...", perguntou Avric, sem fôlego, a Leoric, que indicou com os olhos o Cajado da Luz, cujos poderes curativos começavam a agir também em Avric. O necromante estava enlameado, o manto rasgado e também sujo de sangue; mesmo assim parecia satisfeito. Leoric conjurou um novo esqueleto e ele ajudou Avric a andar, pois mesmo a cura do Cajado leva algum tempo quando havia tanto a ser reparado.

"Entrem, entrem!", falou Grisban para os companheiros que chegavam. Quando Avric e Leoric estavam juntos de Frederick, Grisban começou a recuar, ainda mantendo os Barghests afastados. "Tomble, seu desgraçado! Entre na caverna!", rosnou o anão.

Tomble arremessava uma faca e então virava para procurar pela bota, lançava outra e voltava à busca. Afinal a encontrou, enfiada na lama e a arrancou com esforço. Somente então ele correu para dentro da caverna e Grisban logo após. Os Barghests não os perseguiram - permaneceram na entrada, como que cientes de que eles teriam de retornar ou eram impedidos por algo de avançar.

"Que motivo era o seu para se enrolar tanto?", perguntou Grisban, nervoso, ainda com o sangue da luta nos olhos.

"Minha bota!", Tomble respondeu, esvaziando o conteúdo de lodo e cascalho de dentro da bota antes de vesti-la novamente.

"Vale morrer por uma bota, seu desgraçado?", ralhou Grisban, enquanto Leoric tratava dos ferimentos de Avric.

"Ela é minha bota da sorte. Tem um moeda ali que costurei ali que sempre me deu sorte", explicou Tomble, que experimentou alguns passos e fez uma careta. "Acho que sobrou uma pedra dentro da bota", reclamou.

Uma flecha veio da escuridão do corredor e partiu-se na parede de pedra, a poucos dedos de distância da cabeça de Frederick.

A busca ainda não terminara.


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Foi a primeira parte da primeira missão do 2o nível. Sentimos uma diferença considerável: todos os heróis beijaram o chão pelo menos uma vez, acho que todos até duas, mas não tenho certeza. O Tomble, antes alguém difícil de derrubar, caiu 3 vezes. Os monstros estão batendo bem mais forte.

A missão, de manter Frederick vivo, não foi difícil, mas isso custou surras e mais surras. Bem, é o que o cenário exige, afinal. Se não foi o mais equilibrados dos cenários, ao menos parece que tanto os jogadores dos heróis quanto o Fabiano/Overlord divertiram-se mais, nem que fosse ao espancar os heróis com a nova carta que permite aos monstros dar um ataque suicida: eles atacam duas vezes e então morrem. Terrível!

E foi isso!

Abs,
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